Festa do Jazz 2020
12 de Setembro, 2020

D’improviso na Rede DLBC

Em 2020 a Sons da Lusofonia concorreu ao concurso “Projectos Inovadores e/ou Experimentais para a área social” do qual foi vencedora e consequentemente beneficiária de financiamento ao abrigo do FSE-P1 9.6 no âmbito da Rede de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) em Lisboa. A ASL vai estar a trabalhar a nos territórios com Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) no panorama geral com o projecto “D’Improviso”.
D’Improviso é um projecto focado em criar ferramentas inovadoras para os jovens de forma a combater a exclusão social e artística. Perante os problemas que acarretam as diversas desigualdades sociais que se encontram nos mais diversos ambientes familiares, escolares e urbanos de Lisboa, o projecto D’Improviso quer instalar nos diversos locais um laboratório social que - explorando os paradoxos da música improvisada ou do jazz- contribua para a construção de uma cidadania activa e criativa através das artes. Para amplificar a qualificação artística dos jovens, criando espaços de convergência e diálogos artísticos livres e estimulantes, queremos desenvolver uma rede informal de cooperação entre os intervenientes. Como pessoas ligadas à improvisação inspira-nos defender e divulgar a democraticidade que se observa naturalmente, sem hierarquias e sem regras piramidais, de um grupo de jazz.

A metodologia que o D’Improviso propõe é inovadora e, numa primeira fase, assentará num modelo de “estúdio criativo” – onde os jovens são convidados para a criação conjunta do seu envolvimento e da própria produção, pessoal e artística. As ações de formação serão pluridisciplinares, com vertentes práticas e teóricas, e colocarão a tónica na criação e no cruzamento de várias áreas artísticas a partir da ideia de improvisação em tempo real. Estes estúdios irão ainda ser aberto à comunidade, sublinhando a importância nos núcleos familiares e dos amigos no despertar de novos públicos.

Em conjunto, serão criados grupos performativos que demonstrem que através da música, das artes e da educação global é possível, criar espaços onde o diálogo musical e linguístico se exprime nas várias dimensões pessoais e colectivas dos seus intervenientes.

É necessário improvisar sem medo e, sobretudo, improvisar em conjunto.

MAIS INFORMAÇÃO EM BREVE
Em 2020 a Sons da Lusofonia concorreu ao concurso “Projectos Inovadores e/ou Experimentais para a área social” do qual foi vencedora e consequentemente beneficiária de financiamento ao abrigo do FSE-P1 9.6 no âmbito da Rede de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) em Lisboa. A ASL vai estar a trabalhar a nos territórios com Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) no panorama geral com o projecto “D’Improviso”.

D’Improviso é um projecto focado em criar ferramentas inovadoras para os jovens de forma a combater a exclusão social e artística. Perante os problemas que acarretam as diversas desigualdades sociais que se encontram nos mais diversos ambientes familiares, escolares e urbanos de Lisboa, o projecto D’Improviso quer instalar nos diversos locais um laboratório social que – explorando os paradoxos da música improvisada ou do jazz- contribua para a construção de uma cidadania activa e criativa através das artes. Para amplificar a qualificação artística dos jovens, criando espaços de convergência e diálogos artísticos livres e estimulantes, queremos desenvolver uma rede informal de cooperação entre os intervenientes. Como pessoas ligadas à improvisação inspira-nos defender e divulgar a democraticidade que se observa naturalmente, sem hierarquias e sem regras piramidais, de um grupo de jazz.

A metodologia que o D’Improviso propõe é inovadora e, numa primeira fase, assentará num modelo de “estúdio criativo” – onde os jovens são convidados para a criação conjunta do seu envolvimento e da própria produção, pessoal e artística. As ações de formação serão pluridisciplinares, com vertentes práticas e teóricas, e colocarão a tónica na criação e no cruzamento de várias áreas artísticas a partir da ideia de improvisação em tempo real. Estes estúdios irão ainda ser aberto à comunidade, sublinhando a importância nos núcleos familiares e dos amigos no despertar de novos públicos.

Em conjunto, serão criados grupos performativos que demonstrem que através da música, das artes e da educação global é possível, criar espaços onde o diálogo musical e linguístico se exprime nas várias dimensões pessoais e colectivas dos seus intervenientes.

É necessário improvisar sem medo e, sobretudo, improvisar em conjunto.

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