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MODO PORTÁTIL 
CENTRO DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA 

 

O Centro de Formação Artística Contemporânea – MODO PORTÁTIL, é um projecto coordenado por Carlos Martins, que trabalha a interdisciplinaridade e a composição e que conta com o apoio da Fundação EDP. É um programa concebido para artistas das mais diversas áreas de criação, para criadores que se encontram num momento fundamental do seu percurso e que lhes permite colocar o seu trabalho em discussão numa perspectiva critica e interdisciplinar.

O CFAC – MODO PORTÁTIL é um espaço de questionamento e de risco que não pretende confirmar saberes, mas sim confrontar perspectivas e práticas artísticas. A estratégia do primeiro ano de actividade do projecto (2013) passou por uma aposta na formação através da intersecção entre pessoas e instituições , base do MODO PORTÁTIL, envolvendo outros parceiros e dando-lhe uma portabilidade inesperada e estimulante.

Tendo como referência a compositora Constança Capdeville e dentro de uma lógica de residência artística, o objectivo central é a construção de módulos de criação e improvisação envolvendo uma discussão criativa de duração variável, que contribuam para o desenvolvimento de uma plataforma que estimule o encontro e o debate entre diferentes artistas.

No ano de 2013 foram estabelecidas parcerias com estruturas criativas e artistas como a Cia. Clara Andermatt; Galeria Zé dos Bois; Patrícia Portela (Prado); MauMaus; Cia. Olga Roriz, André e. Teodósio, entre outros, que permitiram criar um modelo de trabalho que consolida e suporta um projecto que tem como base a interdisciplinaridade e a composição de forma orgânica e diferenciada e se consubstancie numa prática e argumentação colectivas.

Para o desenvolvimento desta plataforma de partilha e de debate, foram convidados criadores de várias áreas a reflectirem e trabalharem em conjunto, tendo como caso de estudo a obra de Capdeville. A metodologia de trabalho é encontrada na base do conceito modular das diferentes disciplinas artísticas tal como foi assumidamente desenvolvido pela compositora portuguesa. Estão a ser organizadas sessões de trabalho com este colectivo de artistas com espaços de improvisação que testam a elasticidade e atritos das diferentes áreas artísticas, colocando o projecto numa zona de risco e de experimentação incomuns em Portugal. Esta é particularidade do CFAC – MODO PORTÁTIL, que assume claramente o seu carácter experimental em que o principal objectivo não é a produção de um objecto mas sim o debate sobre a criação de ferramentas cognitivas e discursivas. Estas diferentes sessões de trabalho são, nesta fase, coordenadas por André e. Teodósio, António de Sousa Dias, Carlos Martins e Inês Botelho. Pretende-se com estes encontros estimular os artistas participantes a trabalharem o repertório de Constança Capdeville, repensando-a e reinterpretando-a nas múltiplas vertentes artísticas. Estes módulos de trabalho e de experimentação serão essenciais para a criação de material dramatúrgico para uma apresentação pública que será coordenada por António de Sousa Dias e André e. Teodósio.

Em 2014 o CFAC – MODO PORTÁTIL tem programadas diversas actividades relacionadas com a discussão artística contemporânea (a anunciar em breve). Nos dias 13 e 14 de Fevereiro será apresentado no pequeno auditório do CCB um espectáculo resultantes de sessões de trabalho mantidas entre Outubro 2013 e Janeiro 2014.

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